quinta-feira, 23 de julho de 2009

Índice Revista Gatos e Cia


REVISTA GATOS E CIA - EDIÇÃO 07 - EDIÇÃO ESPECIAL - Agosto

Raça Pixie-bob
Raça Egyptian Mau
Livros de gatos 2
Raças pouco conhecidas 2
Curiosidade : Falta de cálcio pode prejudicar seu animal
Discussão : Rações caras ou não ?
Enquete : Como é o comportamento do seu animal ? e resultado da antiga enquete
Conversa
Nomes de raças : Mais de 50 para você !
Lindos cards de gatos para você

Não Perca : dia 01/08/09

quinta-feira, 2 de julho de 2009

CONVERSA

CONVERSA:

Oi tudo bem ? gostaram da revista ?
vocês vão adorar a ed. Nº 08 , estou cheia de ideias , como felinos selvagens

Beijos!

Gatos com aparência selvagem

Gatos com aparência SELVAGEM:

Norueguês da floresta -------->



<--- Bengal




<--- Abissínio /\



Mau Egípcio

<--- Maine Coon





<--- SAVANNAH




<---- Pixie-Bob
















Gato com aparência selvagem ---->



Como escolher um bom gato?


Antes de ter um gato, descubra que tipo você deseja: gato adulto ou filhote; pêlo curto ou longo; de raça ou vira-lata; macho ou fêmea; gato malhado, pintado, ou de uma cor só. Se você morre de amores por um determinado tamanho, idade, sexo, raça ou aparência de gato, faça mais pesquisas antes de começar a procura. Você pode se surpreender ao constatar que o tipo que você adora não se adapta ao seu estilo de vida. Por exemplo, se você gosta de sossego em casa, um siamês não é o mais indicado. Todos sabem que eles são "faladores". Do mesmo modo, um gato persa é belíssimo, mas a menos que você se comprometa a cuidar de sua aparência diariamente (ou a pagar um profissional especializado toda semana), um belo gato de pêlo curto seria mais aconselhável. Você viaja muito? Então, você precisa de um gato mais adulto - no mínimo com oito meses de idade. Dois gatos são ainda melhor porque podem fazer companhia um ao outro enquanto você estiver fora. Adulto ou filhote? Todo mundo adora filhotes. Eles são engraçadinhos, divertidos, fofinhos e carinhosos - não resta a menor dúvida. Mas não cometa o erro de pensar que eles são "bebês". Quando o filhote está pronto para se afastar da mãe e viver em outra casa, ele pode caminhar, correr, saltar e escalar como o felino equivalente a uma criança de 10 anos. Além disso, se você pegar um filhote hoje, em apenas alguns meses você terá um gato adulto - um animal que viverá em média 12 a 15 anos. Se você tiver tempo, espaço e energia para criar um filhote, não pense duas vezes - é uma experiência maravilhosa. Mas lembre-se que os filhotes são caros e exigem muita atenção. Precisam de cuidados veterinários rotineiros, doses de reforço das vacinas e esterilização. A maioria dos filhotes é passiva e carinhosa nos primeiros dias de vida, mas precisam de socialização e treinamento para continuarem assim; e mesmo com isso, não saberemos como será sua personalidade adulta até eles crescerem. Por fim, bebês e filhotes de gato não combinam muito bem. É bom imaginar que um bebê de 1 ano e um gatinho de dez semanas possam "crescer juntos", mas não é exatamente assim que acontece. Em seis meses, essa pequena bola de pêlo que seu filho pode carregar terá se transformado em um gato adulto com mais de 5kg e o seu bebê de 3 anos terá três anos e meio. Escolher o gato certo Sem dúvida, não há perigo de escassez de gatos nos Estados Unidos - há gatos para Deus e todo mundo. Na maioria das regiões do país, basta abrir a porta ao nascer do sol e antes de terminarmos o café da manhã um gato terá entrado em nossa casa. Na verdade, o número de gatos existentes nos coloca frente a um dilema. Como escolher o gato certo? Será que ele é saudável? E os problemas ocultos de saúde ou de comportamento? O que acontece com o gato se as coisas não derem certo em sua casa? Ter um gato não é como comprar um cortador de grama ou um secador de cabelo; gatos não vêm com certificado de garantia. Cada um é diferente, o que significa que cada gato traz problemas e alegrias singulares. Mesmo assim, referências sobre gatos devem ajudá-lo a tomar uma decisão. Embora as referências não possam prometer que o gato nunca ficará doente, elas podem tomar medidas para dar ao gato as melhores chances possíveis de manter a saúde. Entre as boas referências para encontrar o gato certo para você estão: Amigos e vizinhos - é bem provável que alguém que você conhece tem um gato ou filhotes que precisam de um lar. Muitas vezes, pegar o gato do vizinho ou amigo é a melhor solução para todos, sobretudo se for um filhote da ninhada da gata do vizinho ou o animal de estimação da família de um amigo alérgico. O seu relacionamento pessoal com a referência geralmente significa que você saberá tudo sobre o gato. Dois ou três alertas sobre aceitar o gato de um amigo ou vizinho: ele não recebe os mesmos cuidados veterinários de um gato de rua ou de um doméstico. Além disso, lembre-se do velho ditado: "amigos, amigos, negócios à parte". Abrigos para animais - todo ano, milhões de gatos sem lar acabam sendo saccrificados. Adotar gatos de abrigos abre espaço para outros gatos e é um modo menos oneroso de se conseguir um animal de estimação esterilizado e vacinado. Prepare-se para passar por questionários e entrevistas, sendo que algumas delas são bastante pessoais e indiscretas. Não pense que o problema é você - eles têm bons motivos para agir assim. Além disso, verifique as instalações do abrigo e as condições físicas dos animais disponíveis para adoção. Visto que eles vivem juntos uns com os outros, doenças, vermes e pulgas podem ser um problema. Criadores - se deseja um gato de raça, esse é o caminho a seguir. Os bons criadores sabem muito sobre gatos e sobre a raça que eles criam em especial. Além disso, não vendem os gatos para qualquer pessoa. Tome cuidado com "pechinchas" de gatos de raça e "criadores de fundo de quintal" (pessoas que criam animais apenas visando o lucro). Um criador honesto está interessado em manter animais de alta qualidade, informações minuciosas e produzir só uma ou duas ninhadas por fêmea fértil ao ano. Peça informações sobre criadores nas associações nacionais de criadores. Gatos de rua - às vezes, você nem precisa preocupar-se em encontrar o gato certo, porque ele vem ao seu encontro. Muitas pessoas juram que esses são os melhores gatos que se pode ter. Não há taxas nem entrevistas de adoção quando você pega um gato de rua, e é bem provável que você esteja salvando uma vida. Por outro lado, você terá que cobrir o custo de vacinas, vermífugos, esterilização e outros procedimentos. Muitos gatos de rua têm outros problemas de saúde que talvez não apareçam logo no início e seu tratamento pode ficar oneroso. Às vezes, sociedades locais de proteção aos animais ajudam com o tratamento veterinário inicial ou um hospital veterinário regional pode oferecer valores reduzidos para tratar gatos abandonados, mas não conte com isso.

Matéria EXTRA : Tudo sobre filhotes


Para compensar uma matéria que está no índice e que houve um problema pegamos no site da Whiskas dicas sobre filhotes


QUE GATO ESCOLHER



Menino ou menina?Podemos (e devemos) pensar antecipadamente se queremos um gato macho, à partida mais meigo e dedicado, ou fêmea que, desde que o permitamos, nos poderá dar a grande alegria de presenciar uma maternidade e aumentar o número de felinos lá por casa. Em termos de comportamento, as diferenças são se impõem de uma forma muito mais definida. Resta pois, pensar se vai querer chamar Constantina ou Leopoldino ao seu gato...

Um gato de raça ou simplesmente… um gatinho ‘comum’?

Os gatos ‘rafeiros’ são o ideal para quem não tem pretensões a criador de gatos. Dotados de um excelente ‘carácter’ que os torna especialmente afectuosos, leais e brincalhões, adequam-se perfeitamente a uma casa de família.Para quem se sente deslumbrado com o desafio dos concursos e a eventual possibilidade de se dedicar à actividade de criador, o ‘pedigree’ é fundamental. Muitas são as raças à escolha e os respectivos ‘traços de personalidade’, pelo que se aconselha um estudo relativamente aprofundado antes de se dar o passo decisivo. Como tal, ouvir a opinião de alguém entendido pode ser uma boa ajuda para saber qual a raça que mais se adequa aos futuros donos.


Como educar o gato ?



Se imagina que este treino resulta em habilidades pode tirar daí a ideia. O gato não dá a pata quando lhe pedem, não lambe se lhe pedirmos beijinhos, e muito menos “fará de morto”. Em contrapartida aprenderá com uma rapidez extraordinária, a ser asseado e obediente.
Quais as regras de ouro?São poucas, simples e acessíveis a todos, as regras de comportamento exigidas a quem quer ser treinador de um felino caseiro. ‘Oiça-as’ para não mais as esquecer:- RECOMPENSAR – Um gato aprende pela positiva. Ou seja, as felicitações pelo seu bom comportamento, desde que imediatas e baseando-se, essencialmente, em carinhos e atenções, provocam uma associação fácil de um bom comportamento com prazer.- NÃO BATER – A associação de um mau procedimento com uma palmada ou qualquer outro castigo não é bem feita, criando pelo contrário, medo e confusão. Por exemplo, o hábito de obrigar a chegar o focinho a uma necessidade acabada de fazer fora do local certo, pode provocar nestes animais uma memorização do local como sendo o indicado para repetir a acção.- SER COERENTE – ‘Os gatos têm comportamentos tão engraçados que, por vezes, se torna difícil resistir-lhes!’ – As cedências acontecem muito frequentemente neste relacionamento, mas ao contrário do que se possa pensar, não fazem mais do que baralhar o pobre animal que, para a mesma situação, umas vezes é recompensado e outras reprimido.
Como ensiná-lo a ir ao "WC"?Este é dos tais hábitos que quase se pode chamar de adquirido à nascença. Ou seja, se o gatinho permaneceu algum tempo com a mãe, é muito provável que esta tenha tido tempo para ‘ensiná-lo’ a deslocar-se ao caixote das necessidades. Se o treino é feito já em nossa casa, a rapidez com que é adquirido quase nos leva a pensar que é inato. De qualquer modo, não devemos abusar da sorte, esquecendo que temos que ser pacientes e persistentes nesta fase de aprendizagem. É, pois, com muita serenidade que o gatinho deve ser induzido a deslocar-se ao caixote para fazer as suas necessidades. Numa primeira ‘abordagem’ deve-se começar por poisá-lo no caixote imediatamente a seguir a cada uma das refeições, de forma a que ele aprenda a fazer a associação. Já no caixote, pode pegar-se nas patinhas dianteiras e, com suavidade, levá-lo a simular o movimento de escavar. É ainda pela observação do seu comportamento que conseguimos evitar outros ‘desastres’ em locais indesejados. Quando o gatinho começa, persistentemente, a cheirar, raspar com as patinhas no chão e a curvar-se, devemos levá-lo até ao caixote, pois o mais provável é que ele esteja a precisar de o ‘visitar’.Em pouco tempo o gatinho aprenderá a deslocar-se até ao caixote sempre que disso tenha necessidade. Se tal não acontecer, será provavelmente por culpa do seu dono, se não teve o cuidado de limpar a areia com regularidade, limpar o caixote com desinfectantes que não deitam cheiro ou, à partida, não teve o cuidado de escolher um local resguardado e de fácil acesso para colocar o caixote.
Como impedir as maiores tropelias?Quem tem um gatinho sabe que ele não gosta só de sossego e preguiça… A verdade é que também adora brincar e, claro, se não for disciplinado poderá acabar por fazer alguns estragos. Para começar, e evitar a tentação de trepar por cortinados ou de afiar as unhas nos sofás da sala, nada como ‘oferecer-lhe’ a oportunidade de o fazer... mas nos locais apropriados! E um dos locais apropriados é já o referido ‘tronco’ ou tábua para arranhar. Com uma dimensão suficiente para amarinhar e escorregar, com um brinquedo na sua extremidade superior para chamar atenção, com um forro num material que se saiba ser apreciado pelo gato, e principalmente, com uma relativa distância de qualquer móvel ou elemento decorativo que se queira intocado! Por outro lado, quanto mais atenção, mimos e brincadeiras forem dispensados ao gatinho, menos necessidade ele terá de fazer aquilo que não deve.Resumindo, nada que não possa ser remediado com uns pequenos truques e com um ‘Não!’ num tom de voz firme, que vá contra o tom de voz meigo que habitualmente lhe deverá ser dirigido. A ajudar, e caso o ‘terrorista’ já esteja a fazer o disparate, deverá ser afastado com a ajuda das mãos, ou com o bater de palmas forte. Consoante a teimosia do gato, deverá aumentar a teimosia do dono na persistência da sua reacção. Aos poucos, o respeito surgirá e as tropelias serão cada vez mais escassas.


Gato pequeno


Você é responsável pela saúde, bem-estar, comportamento, conforto e segurança do seu gatinho. Aqui deixamos algumas linhas simples de orientação para ajudar o dono a cuidar do seu jovem amigo nas várias perspectivas que se seguem.
Boas maneiras
Uma parte importante no treino do gatinho é ajudá-lo a ser bem comportado com os outros. Não há nada pior que ter uma visita e o seu jovem animal de estimação a usá-la como tronco para afiar as unhas. Acções tais como desenterrar as plantas do vizinho e matar os peixes do lago não darão muita popularidade nem ao seu animal de estimação e nem a si.Embora, de acordo com o nosso sistema legal, o dono não possa ser considerado responsável pelas acções do seu gato, é importante evitar que o seu felino provoque estragos. Leia nos regulamentos locais sobre a posse de gatos e certifique-se de que respeita esses mesmos regulamentos. Para protecção do seu gatinho e segurança de outros animais pequenos na vizinhança, mantenha o animal dentro de casa à noite.
Boas saúde
Bem como certificar-se de que o seu animal de estimação é saudável dando continuidade às rotinas de higiene, eliminação de vermes e desparasitação, é importante que se efectuem exames gerais regulares e que se assegure que o animal toma as suas vacinas de reforço na altura certa. Não ponha o seu jovem amigo em risco, especialmente se este estiver em contacto com outros animais que possam transmitir infecções.
Segurança
O seu novo amigo deve sempre usar coleira e chapa de identificação com o seu número de telefone gravado. Certifique-se de que o mantém em casa em momentos de trovoada ou fogo de artifício.Se o seu gatinho desaparecer, informe-se do seu paradeiro junto de vizinhos, veterinário, organizações para o bem-estar do animal e locais de recolha de animais. Contacte estas organizações em áreas vizinhas e a nível local, uma vez que os animais perdidos podem deslocar-se por longas distâncias.
Boa viagem
Se planeia sair em férias, pense no melhor modo de cuidar do seu jovem felino enquanto estiver fora. O seu veterinário ou um seu amigo podem recomendar um hotel para gatos onde ele possa ficar, mas visite o local antes de mais, para que possa verificar se as instalações e a higiene são de sua satisfação.Se se ausentar apenas por alguns dias, poderá pedir a um vizinho ou contratar um serviço de cuidados para gatos ao domicílio para vigiar e alimentar o jovem felino. Nunca deixe o seu gato sem cuidados, comida ou água por qualquer espaço de tempo em que se ausente.Normalmente, quando longe do seu ambiente, os gatinhos tornam-se inquietos, por isso, certifique-se de que usa uma caixa segura para o seu transporte, em caso de pânico ou tentativa de fuga.Nunca deixe o seu gatinho no carro. O interior dos carros pode atingir temperaturas muito altas, mesmo em dias moderadamente quentes e devido a isto, o animal poderá sofrer ou morrer de exaustão devido ao calor.




TODAS AS INFORMAÇÕES DO SITE DA WHISKAS
FOTO : Whiskas

Curiosidade : O miado do gato

Existem diversos motivos para os gatos miarem. Pode ser para pedir comida, cafuné ou até mesmo na hora em que estão bravos. Na verdade, os gatos mostram os seus sentimentos através da emissão de alguns sons. Ou seja, o miado é considerado uma de suas formas de comunicação. Desde pequeno é preciso tentar decifrar o que o seu bichinho está querendo dizer. Os recém-nascidos não são aptos a emitir todos os tipos de sons de um adulto. Esses sons são desenvolvidos ao longo do seu crescimento. Já quando estão um pouco mais crescidinhos, mas ainda são filhotes, costumam emitir sons nas primeiras noites em que estão na nova casa onde vão morar. Os felinos estão acostumados a viver com os pais e irmãos e se sentem muito solitários quando são separados da sua família. Nesse momento, o ideal é tentar acalmá-los. Existem vários tipos de miados com combinações infinitas. Acredita-se que se o gato faz um barulho curto quer dizer que está com fome ou com vontade de fazer suas necessidades. Já um miado fraco seria uma saudação. Os gatos que sentem algum tipo de perigo miam de uma maneira alta e rápida. Para aqueles que estão na fase de acasalamento, o miado é muito forte e pode ser ouvido a grande distância. Então, preste atenção no miado do seu gato. Com um pouco de tempo e treino você saberá desvendar o que ele está querendo dizer!

Curiosidade: Gatos precisam arranhar ?


Alguns proprietários de gatos não agüentam esse hábito de seus pets: arranhar. Tudo que encontram eles arranham, tudo mesmo. Pode ser o sofá, o pé da cadeira, portas ou algum bichinho de pelúcia. Esse costume faz parte da natureza desses animais. Essa atitude serve para relaxar os gatos e também ajuda na defesa. Além disso, através desse ato, eles deixam as unhas aparadas. Quando as unhas dos gatos crescem formam um tipo de bainha escameada que aborrecem e irritam os felinos que arranhando conseguem eliminar o problema. Para tentar amenizar esse aborrecimento, existem diversas empresas que comercializam arranhadores para os animais feitos com diversos materiais, desde papelão até sisal. Os arranhadores devem ser colocados em um local de fácil acesso para o bichano e precisam ser produzidos com materiais que eles possam afiar suas unhas facilmente.

Discussão : Adotar ou comprar ?

Comprar sempre foi a opção escolhida para quem quer um gato de raça ,mas hoje em dia não é só comprando que você pode ter um gato de raça , alguns estão para adotar em feiras de ongs , sem pedigree , talvez mestiço com algum outro gato , mas com as características parecidas .
Adotando você pode ter a mais certeza de como vai ser o comportamento de seu gato , ter todas as características dele iguais e pedigree.
E você o que acha MELHOR adotar ou comprar ?

Raça > RAGDOLL




Raça : RAGDOLL




O Ragdoll é um gato doce e de temperamento fácil, com a peculariedade de não reagir a agressões. É considerada uma raça grande e de pêlo semilongo. Perfeito para se ter num apartamento. Ele é um dos gatos de maior porte do mundo ao lado do Siberian Cat e do Maine Coon. O peso desse gigante varia entre 6 e 9 Kg nos e seus olhos são azuis.A completa maturidade da cor não é atingida até os dois anos de idade. O peso e tamanho completo se definem depois dos quatro anos de idade, no mínimo. Por ser uma raça pouco ativa, o Ragdoll tende a ser obeso. Esse grandalhão não é super agitado. O Ragdoll faz tudo o que os outros gatos fazem, porém com menor freqüência. Ele prefere ficar quieto ou dormindo a correr e subir nos móveis. Ele só brinca e corre quando está com vontade.Adora ficar junto aos donos, é extremamente sociável e sossegado, além de miar pouco.Sua pelagem não embaraça muito, porém deve ser penteada uma vez por semana. Banho só a cada três ou quatro meses e apenas quando estiver muito sujo.
Origem e História
O Ragdoll foi criado e batizado pela polêmica criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Ann acabou conhecida por todos os Estados Unidos devido às suas façanhas. Patenteou o nome Ragdoll, obrigando qualquer pessoa a lhe pagar royalties quando comercializasse a raça. Provavelmente numa jogada de marketing, Ann afirmava que esses gatos eram fruto da engenharia genética do governo americano, que usou genes humanos para fazê-la. Mas na verdade, a raça foi desenvolvida por ela mesma a partir de uma gata chamada Josephine, muito parecida com um Angorá, e depois com a introdução de gatos com características do Sagrado da Birmânia. O reconhecimento veio em 1965 por uma entidade de pequeno porte, a National Cat Franciers Association (NCFA).
Fonte : Pet Friends
Créditos : Gatil Ragbelas/ Simone Johnsson / Curitiba / Paraná / Brasil

Enquete : Por que adotar é melhor ?

Nova enquete no ar : Por que adotar é melhor?
Para todos que adotaram gatinhos e sabem como são dóceis e que fizeram o bem adotando , podem votar !


RESULTADO DA ANTIGA ENQUETE :

Por que você acha bom castrar seu gato ?

Eu não acho bom. 5 votos (20%)
Para evitar filhotes indesejados 12 votos (48%)
Para evitar fugas do meu gato 12 votos (48%)
Por que não posso ter mais gatos 6 votos (24%)
Outra 1 voto (4%)

VOTOS NO TOTAL : 36

Lindos cards de gatos para você!

Como sempre, novos cards lindos para você leitores.
Desta vez os cards são só de filhotes , que bebês fofos !

APROVEITE

beijos ...

















segunda-feira, 29 de junho de 2009

ÍNDICE : REVISTA GATOS E CIA




Indice : Revista Gatos e Cia


Especial Filhotes




Lindos cards de gatos para você!
Enquete : Por que adotar é melhor ?
Raça : Ragdoll
Discussão : Adotar ou comprar ?
Curiosidade: Gatos precisam arranhar ?
Curiosidades com o gato filhote
Curiosidade : O miado do gato
Como escolher um bom gato
Gatos com aparência selvagem

terça-feira, 23 de junho de 2009

Esqueci de colocar ...

O que o ganhador(a) vai ganhar : Capa da revista , edição nº 07 e matéria sobre o gato(a) na revista online =^.^=

Vou abrir as inscrições ...

Oi , vim avisar que estão abertas as inscrições para o concurso " Ô MEU BEBÊ LIIINDO"


Para participar : Mande a foto do seu gato que irá participar do concurso + nome , idade , raça , mãe(dona) , pai(dono) , para o orkut (meu link, vou escrever) pagina de recados, ok ? ou então por blog , nos comentários , mandar nome , idade , raça , mãe(dona) , pai(dono) , mandar foto por e-mail(vou escrever) colocando as mesmas informações que colocou nos comentários do blog para eu saber de quem é.

Mandar foto até o dia 15/07/

Como será julgado o vencedor ? Fotos dos participantes junto a seu nome e informações dadas serão colocados em uma postagem de participantes , e será feita uma enquete com o nome de cada um para votar .

DÚVIDAS ? Poste aqui ( comentários) ou na minha página de recados ( orkut)


Orkut :http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=ls&uid=7843311261915571387

E-mail: revistagatosecia@hotmail.com

sábado, 13 de junho de 2009

Concurso: " Ô meu bebê liiindo"


Sobre o concurso : Você pode mandar foto do seu gato(a) , sendo filhote ou não . Afinal não precisa ser filhote para ser bebê lindo , né ?

Na próxima edição vou falar mais sobre o concurso , não percam !

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Concurso de fotos ? Será ?

Estou planejando , se der certo , fazer um concurso de fotos aqui na revista , o ganhador terá ... isso será revelado na próxima edição da revista .
Aliás , a próxima edição da revista está com ótimas matérias , não deixe de conferir !

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Matéria Extra - Por que é bom ter gatos de raça ?

Quem está de olho na Gatofilia sabe: o seu crescimento é mundial e cada vez mais expressivo. Cães & Cia já publicou duas grandes reportagens a respeito. Nelas, um fator principal era apontado pelos especialistas para justificar o contínuo aumento do número de pessoas que optam pela companhia do Gato: sua enorme capacidade de adaptação à forma de vida nas grandes cidades. Em outras palavras, ele se adequa com louvor às exigências do mundo moderno, impostas à maioria da população. Não requer muitos cuidados e tende a se acostumar com facilidade a ambientes pequenos e a donos ocupados e pouco disponíveis. Nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Itália, o resultado desse atributo significou para o Gato a conquista do título de bicho de estimação mais popular, superando em quantidade o cachorro.

GATOS DE RAÇA

Mas, se por um lado é inegável o grande crescimento da Gatofilia mundial, a obtenção de gatos de raça - ainda que também cresça - é bem pouco representativa. Quem, de fato, domina a situação são os exemplares sem raça definida, os popularmente chamados de "vira-latas".Em segundo lugar, são aqueles que fisicamente parecem com alguma raça mas não possuem registros. Esses últimos, numa análise mais profunda e aos olhos das entidades oficiais, também são tidos como gatos sem raça definida. Afinal, não há registros confiáveis atestando a pureza rácica de seus ancestrais. Só para ter uma idéia, no ano passado, segundo os dados da maior entidade protecionista dos EUA, a Humane Society, os gatos de estimação com pedigree representavam apenas de 5% a 10% do total de exemplares domicilia-dos em lares norte-americanos; enquanto para os cães esse número atingia cerca de 55%.
Na Europa, o fenômeno é semelhante. "Ainda que venham se popularizando, os gatos de raça representam uma minoria entre os europeus, e bastante gente nem sabe que eles existem", conta a presidente da Federação Internacional Felina (Fife), Alva Udin, da Suécia. No Brasil, onde os hobbies ligados a animais de estimação costumam ser menos desenvolvidos do que no exterior, a situação é previsível. "Mesmo que a procura por gatos com pedigree esteja crescendo e o hobby que gira em torno deles também, é fato que a grande maioria das pessoas nem sequer conhece o universo dos gatos de raça", comenta a fundadora do Clube Brasileiro do Gato, Anne Marie Gasnier. "Aqui, onde a cultura de ter gatos como bichos de estimação já não é tão grande como no exterior, pode-se imaginar o quão restrita é a presença dos exemplares de raça", analisa o diretor genealógico da Fife no Brasil, José Clóvis do Prado Júnior
As Causas e a Garantia Racial

DIREITOS

Filhotes de pais com pedigree têm direito a pedigree (veja como obtê-lo no quadro As Entidades Gatófilas no Brasil). E gatos com pedigree têm direito a participar de competições de beleza nas categorias de maior relevância, como aquelas em que exemplares de raças diferentes competem entre si pelos prêmios de melhor da exposição. Nelas, os exemplares ganhadores valorizam tanto a si próprios como aos seus descendentes. "Quem tem um bom Gato de raça, com prêmios em exposições, só costuma acasalá-lo com outros de qualidade e que combinem com o seu", diz a ex-presidente do Clube Brasileiro do Gato, Marisa Paes Mana. "Assim, costuma-se aprimorar a ninhada e, conseqüentemente, valorizá-la."
Quem chega a essa fase é porque, tudo indica, foi fisgado inteiramente pelo hobby dos gatos de pedigree. Torna-se parte da rotina freqüentar exposições, selecionar acasalamentos, esperar ansio-samente para checar a qualidade dos filhotes e, enfim, trabalhar pelo aprimoramento e pela divulgação de uma ou algumas raças. Atividades essas nas quais o pedigree é essencial para que sejam exercidas com plenitude. "Ir a exposições é muito bacana, é um passeio agradável, a gente faz novas amizades, aprende com juízes e criadores mais antigos e, é claro, vibra quando ganha, lamenta quando perde", ilustra Marcia. "É uma recompensa constatar que aquele filhote que vislumbramos antes de nascer, de fato, está se destacando nas exposições", diz Roselene. "Para mim, iniciar uma criação séria de gatos foi gratificante", fala Fabio Lasalvia, que há quatro anos deixou de se dedicar aos cães para criar Himalaia e Persa. "Gosto de planejar os acasalamentos, de cuidar dos filhotes, de vê-los se desenvolvendo", completa ele.
Para todas essas pessoas, associar-se a uma entidade felina (veja quadro As Entidades Gatófilas no Brasil) foi um ca minho natural. E tinha mesmo de ser. As entidades são grandes prestadoras de serviço ao criador e também ao proprietário de gatos de raça. Além de registrarem ninhadas, fornecerem pedigrees e oficializarem a abertura de gatis, elas podem ser úteis em vários outros momentos. E quem é sócio tem desconto em tudo. "As entidades dão dicas de cruzamento, de seleção genética, de como montar um bom gatil, além de recomendarem criadores do Brasil e do mundo e de publicarem informativos, divulgando palestras, cursos e exposições", detalha Áurea Sellan, secretária e diretora da Cat Fanciers Association, do Brasil. "Filiar-me ao clube foi importantíssimo, comecei a ter acesso a muitas informações úteis que antes eu não tinha como descobrir", atesta Roselene.
"Já fui a várias palestras e, sempre que precisei, recebi indicação de outros criadores de Persa para acasalar com os meus gatos", exemplifica ela. Outro que se beneficiou com os serviços de uma entidade felina foi Fabio. "O clube me ajudou a encontrar parceiros para a minha primeira fêmea e, depois, forneceu-me uma lista de criadores estrangeiros para eu importar alguns exemplares", lembra ele.

Especial raças : Muitas raças para você

Especial raças : Muitas raças para você


Abissínio

O Abissínio apresenta um temperamento extremamente sociável. É brincalhão e curioso. Apegado ao dono, mas sem ser tão dependente como o Persa, pode ficar horas procurando entretenimento na casa, como subir nos móveis, cortinas e armários e, brincar om objetos e bolas oferecidos pelo seu dono.
Esse Pet é um gato extremamente resistente e precisa apenas dos cuidados básicos, como vermifugação e vacinação. A pelagem é curta e fácil de cuidar. Bastam escovações regulares. Esta raça apresenta uma marcação da pelagem chamada ticking. Tal marcação se caracteriza pela presença de duas ou mais pequenas faixas, com tonalidade mais escura, na ponta de cada pêlo. Raramente os gatos desta raça necessitam de banhos.



Origem e História


Este felino de pêlo curto, originário da antiga região da Abissínia (atual Etiópia), chegou à Europa por volta de 1800, levado por viajantes que retornavam das colônias inglesas na África. Desde aquela época o Abissínio se manteve quase inalterado no que diz respeito à sua constituição física, com seu porte levemente robusto e ligeiramente longilíneo. Sua aparência chega a ser a de um gato selvagem, fato que o torna muito atraente em todo o mundo.
No Brasil, não é uma das raças mais populares, apesar de no estado do Rio de Janeiro possuir bons e destacados criadores de Abissínio. Em outros países a situação é um pouco diferente. Nos EUA e na Inglaterra existem clubes de criação representativos que congregam até centenas de criadores. Estes se encarregam do trabalho de criação e divulgação da raça.
O Abissínio é um gato médio, de aparência majestosa. Seu pêlo é curto do tipo exótico (foreign). Os machos são proporcionalmente maiores que as fêmeas. As fêmeas têm ossos mais delgados e são habitualmente mais ativas do que os machos.
A pelagem é iridescente, refletindo uma tonalidade quente e dando a impressão de riqueza de cores. O padrão da pelagem é geneticamente agouti, com ticado profundamente escuro e parelho, contrastando com bandas de cor mais clara e produzindo, assim, um efeito translúcido.



Angorá Turco

Este gato é muito brincalhão, esbelto e inteligente. O Angorá Turco é um animal magnífico com um pêlo comprido e sedoso e de temperamento dócil e amistoso. Acredita-se que esta é uma das raças mais antigas sobreviventes.O Angorá Turco é afetuoso, alegre e gosta de mimos. Muito afeiçoado ao seu dono, se diverte correndo, brincando com bola e trepando nas árvores. Seu corpo elegante é esguio e flexível, com o pescoço fino e patas pequenas e delicadas.Estes gatos possuem pelagem longa, com pêlo fino e sedoso. Precisam de poucos cuidados, uma boa escovação já ajuda bastante. Têm a cabeça comprida com orelhas grandes e pontudas e focinho fino. Os Angorás Turco estão entre as mais inteligentes raças de gatos. Eles amam os donos com devoção única.A cor branca é a mais tradicional em gatos turcos, porém existe a associação de surdez aos gatos brancos com olhos azuis (não apenas nessa raça). A única cor reconhecida oficialmente é o branco. Porém, existes outras cores entre os Angorás Turcos como o lilás e canela.

Origem e história

Foi um dos primeiros gatos de pêlo comprido a "desembarcar" em solo Europeu. Pensa-se que o Angorá tenha surgido na França e Inglaterra no século XVI, oferecido por sultões turcos aos nobres de ambos os países. Após um período difícil no século XIX, em que a raça chegou a estar em perigo de desaparecer, o jardim zoológico de Ancara interviu e salvou o Angorá do desaparecimento.Sob esta denominação, por muito tempo, foram designados todos os gatos de pêlo longo. Alguns entendidos acreditam que o Angorá descende da raça Persa. Os Angorás foram as primeiras raças introduzidas na Europa no séc. XVI. Foram importados da cidade turca de Angorá, atualmente chamada de Ancara.Os criadores de gato estão desfrutando o ressurgimento desta raça que se pensou estar extinta, o Angorá Turco. Muitas pessoas usaram o termo Angorá para descrever qualquer gato de pêlo longo. Porém, o único gato de pedigree que leva o nome "Angorá" é o Angorá Turco. O Angorá Turco é uma raça pura, provavelmente originário do gato de Manul domesticado pelos tártaros. Eles migraram eventualmente para a Turquia, onde são considerados hoje com grande reverência, como um dos tesouros nacionais.


Balinês

Um Siamês de pêlo longo. É assim que o Balinês é conhecido. De vistosa elegância e corpo esbelto, não é tão brincalhão como os Siameses, porém é afetuoso e menos orgulhos. Os olhos amendoados são cor azul-safira; a cauda longa e esguia. A única diferença com relação à pelagem está no comprimento. Ela é mais longa, fina e sedosa, ligeiramente ondulada nas partes onde é mais comprida.Como companheiro, destaca-se por ser alegre e carinhoso. O que não falta a este gato é energia e vontade de brincar. Pula, escala postes e se diverte com brinquedinhos. Os Balineses são superativos e adoram trazer objetos aos seus donos.O Balinês tem a voz mais suave e mia menos do que os Siameses. Outro atrativo neste gato é a facilidade em se adaptar num ambiente onde tenha outros animais.

Origem e História

Há registros de que os primeiros Balineses apareceram na década de 20, nos EUA. Como ambos os pais desses Balineses eram Siameses e tinham, portanto, os pêlos curtos, atribuiu-se o nascimento de filhotes com pêlos mais longos a uma mutação. Tanto que esses gatos eram registrados na ocasião como Siameses de pêlo longo.Com o tempo, no entanto, passou-se a acreditar que o Balinês herdou essa pelagem mais comprida de um ancestral de pêlos longos. Mesmo porque, na época em que surgiram esses filhotes de pêlos mais longos, havia criadores cruzando Siameses com gatos de pêlo longo, com o objetivo de produzir uma raça peluda, com as mesmas marcações do Siamês, mas com o corpo bem encorpado, o oposto do Balinês.Isso certamente gerou gatos com aparência de Siameses, inclusive com os pêlos curtos, mas portadores de genes de gatos de pêlos longos.Na década de 40, a criadora americana Helen Smith iniciou um trabalho para tentar o reconhecimento do Balinês como raça. Foi Helen quem lhe deu o nome de Balinês, em homenagem aos movimentos graciosos e linhas esbeltas, que a faziam lembrar os dançarinos da ilha de Bali. O reconhecimento oficial veio em 1970 pela CFA, graças também aos esforços da criadora ameri-cana de Siamês, Sylvia Holland, do gatil Holland's Farm.


Bengal

O cruzamento entre pequenos gatos domésticos e selvagens têm sido documentado há séculos. O Bengali é o resultado do cruzamento dessas duas espécies, sendo que o selvagem era asiático. Assim, o bengali é um gato híbrido. Apesar da herança selvagem, essa raça é considerada bastante amável.
Além disso, o Bengali é inteligente, curioso, divertido e se relaciona bem com crianças e adultos. Também mantém um contato bastante sociável com animais de outras espécies. Dentro de suas principais características está o fato dessa raça ser um ótimo caçador e apreciar atividades na água.
Seu temperamento é dócil, não desafiador, nem intimidante. Esse gato pode exibir temor ou impulso em fugir ou até miar alto em protesto, mas nunca demonstra receio o é ameaçador. Os Bengalis são confiantes, amistosos, curiosos e alertas. Ótimos como companhia dentro de casa.

Origem e História

O Bengali desenvolveu-se a partir de um programa americano de 1963, em que a geneticista Jean Sugden cruzou um macho doméstico com uma fêmea de gatopardo asiático, tentando transferir as marcas do gato selvagem para uma raça doméstica. Assim, o Bengali é o único felino híbrido doméstico. Ele é o cruzamento entre felinos selvagens do extremo oriente com gatos de raça pura, criteriosamente selecionados.
Entre as décadas de 1960 e 1970 não houve esforço em criar uma raça de gato a partir destes primeiros híbridos, mas surgiram clubes com a intenção de promovê-los. Estes clubes já chamavam de "Bengali" gatos derivados do leopardo asiático. O termo foi criado por William Engler, membro do Clube do Ocelote de Long Island. O termo Bengali deve-se provavelmente ao nome científico do leopardo asiático (Felis prionailurus bengalensis).
Após quase 40 anos do surgimento dos primeiros híbridos, é hoje uma raça reconhecida pelas principais organizações internacionais de criadores – CFA (Cat Fanciers Association), TICA (The Intenrational Cat Association) e FIFe (Fédération Internationale Féline). No Brasil as primeiras importações de Bengalis ocorreram de forma isolada por volta de 1995 e a criação acontece desde 1997.
A era do entusiasmo pela raça iniciou-se em 1985, quando Jean Mill apareceu exibindo seus Bengalis — derivados das linhas de sangue de G. Meredith — em exposições da TICA, na categoria "New Breed and Color". Rapidamente a raça tornou-se o pet nacional nos EUA, ganhando em popularidade mesmo de raças tradicionais como o American Short Hair e os Maine Coon.
Com a popularidade da raça e do número de criadores em ascensão, foi criada na TICA a "Seção Bengali", para a definição dos standards da raça. Em maio de 1992 a raça Bengali foi reconhecida pela TICA. Em 1997, foi dado o reconhecimento pela CFA.
A meta do programa de desenvolvimento da raça é criar um gato doméstico que possua as mesmas características físicas diferenciadas dos pequenos gatos selvagens habitantes de florestas, porém preservando o temperamento dócil e confiável do gato doméstico. Com estes parâmetros gerais em foco, os juízes dão valor especial às características da aparência que são distintas daquelas encontradas em outras raças de gatos domésticos.
Com aparência de fera, esse pet, possui porte de médio a grande. Seu corpo é musculoso e insinuante, tem os quadris levemente mais elevados do que os ombros. Além disso, sua cabeça é cuneiforme com contornos arredondados e um pouco mais comprida do que larga.


British Shorthair

Com caráter tranqüilo, muito sociável e com um incrível senso de dignidade e independência, o British Shorthair, afeiçoando-se à todos na família. Adora brincar, principalmente, com as crianças da casa e, também, com cães.Dentro de suas características, possui grandes dotes de caçador. Apesar de seu porte robusto, é bastante manso e enfrenta qualquer situação com absoluta calma.

Origem e História

Harrison Weir foi o responsável por tornar a criação de gatos uma arte apurada. O resultado de suas experiências tornou o British Shorthair Preto o gato mais popular das exposições no Crystal Palace, em Londres, no fim do século XIX. A popularidade desta raça continuou até que os gatos Persas chegaram à Inglaterra.Durante a Primeira Guerra Mundial, o desenvolvimento do British Shorthair, foi interrompido. Quando se retomou a criação seletiva, após a guerra, foram necessários anos de atencioso trabalho e controle apurado para que o desenvolvimento da raça pudesse ser considerado satisfatório.
São reconhecidas cerca de 17 cores do British Shorthair. Algumas são tão populares que algumas pessoas consideram-nas raças à parte. Esse pet é robusto, de corpo forte e musculoso, pernas curtas e ostenta um manto curto e denso. Sua cabeça é larga e arredondada, o nariz curto e os olhos grandes e redondos. A cauda é curta, grossa e redonda na ponta.



Burmilla

O Burmilla é um dos gatos mais recentes da história. Muito divertido, tem olhos grandes e redondos. De comportamento ativo e amistoso, seu corpo é musculoso, sua pequena cabeça é arredondada e marcada pelo nariz avermelhado, que se destaca do conjunto. Os seus olhos verdes são grandes se comparados com o tamanho da cabeça.O pêlo é curto, denso e ligeiramente áspero, com algumas malhas de tom escuro. As cores são sombreado-lilás, sombreado-chocolate, sombreado-marrom, além das cores do seu progenitor, o Birmanês. Aceita-se um mosqueado na barriga. As fêmeas são geralmente menores do que os machos.

Origem e História

Esta raça é provavelmente uma das mais recentes. Com pouco mais de vinte anos, ela surgiu do cruzamento de um exemplar da raça Birmanesa com outro da raça Chinchila. O seu belo manto macio logo cativou alguns admiradores que rapidamente juntaram esforços no sentido de fazer deste gato, uma raça reconhecida internacionalmente. Embora ainda não aceite em todos os países, o Burmilla dá já os seus primeiros passos nas exposições felinas.



Devon Rex

Assim como o Cornish Rex, o Devon Rex tem como principal característica o pêlo crespo e ondulado. Quando surgiu essa segunda mutação de Rex, pensou-se que seria apenas mais uma forma de Cornish Rex. Mas quando essa nova mutação acasalou com o Rex já existente, confirmou que eles eram geneticamente diferente pois o resultado desse acasalamento não resultou em um filhote Rex.

Origem e História

O Devon Rex só não passou desapercebido devido a grande publicidade que cercou o Cornish Rex na exposição de gatos que ocorreu em 1960. Sua história teve inicio quando uma mulher em Devon, Inglaterra, notou a presença de um gato grande e de pêlo crespo perto de sua casa.
Ao adotar o felino, resolveu cruzá-lo com sua gata, e um dos filhotes apresentou a pelagem idêntica a sua, crespa e ondulada. Felizmente, tendo ouvido falar sobre o Cornish Rex e percebeu assim o significado e o potencial de seu gatinho. Essa nova foi reconhecida pela primeira vez em 1967.
Entre suas características está o fato deles serem musculosos e possuírem uma aparência estranha. Sua principal diferença do Cornish Rex, está nas orelhas de duende. Elas são grandes e inseridas na base do crânio.
Embora a maioria dos gatos abane a cauda de um lado para o outro como sinal de inquietação, o Devon Rex faz isso quando está contente. Outra característica única presente na raça. Além disso, esse felino foi apelidado de "gato Poodle" pelo seu comportamento, sua personalidade dedicada e seu pêlo encaracolado.
Para que seja um verdadeiro Devon Rex esse gatinho deve apresentar uma pelagem macia, fina, curta, ondulada e crespa.


Exótico

O gato Exótico é alegre, ativo e brinca exaustivamente com seu dono, para em seguida, curtir aquele sono reparador. Amoroso, exige e dá carinho o tempo todo. Como excelente caçador que é, pega rato, borboleta, lagartixa, entre outros bichos. O temperamento é parecido com o do Persa, carinhoso e apegado ao dono, porém, o Exótico é mais extrovertido e alegre, provavelmente uma herança do American e do British Short Hair. Possui pêlo curto, não deitado, com subpêlo. As cores permitidas são as mesmas do Persa: azul, preto, marrom, lilás, creme, etc.

Origem e História

Gato bonito e ainda raro no mundo inteiro, desenvolvido por volta de 1960 nos EUA, o Exótico foi selecionado pelos criadores para ter um visual atraente e ser excelente companheiro.Para chegar nele foram cruzados o Persa, que tem temperamento ótimo para companhia, com raças de pêlo mais curto, fisicamente semelhantes ao Persa (formas mais arredondadas e corpo compacto), como o American Short Hair e o British Short Hair, visando uma pelagem média e densa.O resultado foi o Exótico com uma pelagem que fica praticamente em pé, sem ser espetada, dando-lhe volume e aspecto de bicho de pelúcia.Foi reconhecido em 1966, nos EUA, logo alcançando popularidade na Europa. Hoje também é reconhecido pelas maiores entidades felinas mundiais - a CFA, Cat Fancier Association, dos EUA, e a FIF, Federação Internacional Felina, da Europa.Suas características foram fixadas geneticamente. No entanto, é permitido se cruzar Exóticos com Persas, sendo que o resultado será filhotes Persas ou Exóticos (nunca um tipo intermediário, pois as características de ambos já estão fixadas após 20 gerações de cruzamentos). Acasalar com o Persa é permitido, para se melhorar o tipo do Exótico - achatar mais a cara e dar formas sempre mais arredondadas. Este gato chegou ao Brasil pelas mãos de Anne Marie Gasnier, proprietária do Gatil Typhsu, em Santo André - SP, na década de 80. Muito raro, estima-se que aqui existam cerca de 20 exemplares.

Korat

Em seu país de origem, a Tailândia, o Korat é conhecido por ser um animal que traz sorte. Lá, ele é chamado como si-sawat que significa cinza-esverdeado-claro, algumas das principais características da raça. A cor da sua pelagem chama bastante atenção: azul prateada. Além disso, é bem grossa tornando o bicho bem adaptado a baixas temperaturas. Seus olhos são grandes, redondos e da cor verde. Essas características fazem com que essa raça tenha uma aparência bem exótica. Ao contrário de muitas outras raças de gatos, essa é muito afetuosa e gosta de fazer companhia para seus donos, sendo especiais para apartamentos. Porém, sua preferência é por ambientes tranqüilos, sem muito barulho e nem bagunça. É um gato muito musculoso, de médio porte, que pesa cerca de 5 Kg. A média da expectativa de vida é de 15 anos, mas é comum observar gatos dessa raça com até 20 anos.

História:

Considerada uma das raças mais antigas de todo o mundo, tem origem na Tailândia. Seu nome foi dado em homenagem à província em que o Korat teve origem. Não se conhece o ano de seu surgimento, mas a raça foi reconhecida apenas na metade do século XX. Primeiramente apareceram nos Estados Unidos, em 1959, quando um casal dessa raça foi levado para o local. Em seguida, a raça começou a ser desenvolvida e criada e foi reconhecida oficialmente apenas em 1966. Já na Grã Bretanha chegaram em 1972. É considerada uma das poucas raças que possuem apenas o pelo na cor azul prateada e que além de dócil é bastante inteligente.


La Perm

A principal característica física dessa raça é a pelagem cacheada. Esses gatos são conhecidos pela forte ligação com os seres humanos. Da mesma forma como os cães, podem escolher uma ou duas pessoas da casa para serem fiéis. Porém, são carinhosos com todos da família. O LaPerm é um animal muito afetuoso e companheiro e se dá muito bem com outros animais e crianças. Com uma personalidade dócil, adoram brincar com seus donos e têm grande respeito por eles. Não precisam de muitos cuidados, apenas banhos ocasionais e não necessitam de escovação diária. Seus pelos são macios e apresentam duas variações: pelo longo e curto, mas o longo é considerado o mais comum para a raça. Todas as cores são permitidas. Outra curiosidade interessante desse gato é que ao menos uma vez na vida, eles ficam totalmente sem pelos. Essa ocorrência normalmente é observada quando ainda são filhotes ou quando as fêmeas estão no cio. Quando a pelagem cresce novamente, é mais bonita e vistosa. É um bicho de tamanho médio e seu peso varia entre 3,5 Kg a 5 Kg.

História:

O LaPerm é tido como uma raça nova. De origem americana, foi encontrada pela primeira vez em Oregon, em 1982, por Linda Koehl. Em uma ninhada, Linda observou que um dos gatos havia nascido careca e depois de algumas semanas, começaram a crescer pelos enrolados no gatinho. Apesar dos pelos diferentes, não foi dada atenção a esse gato. Apenas 10 anos depois que começaram a prestar mais atenção a essa característica e iniciaram o acasalamento apenas entre gatos com essas mesmas peculiaridades. O primeiro exemplar provavelmente era descendente de um gato de celeiro, que gerou as novas particularidades.


Maine Coon

Há duas características bem interessantes nesse felino, ele dorme de qualquer jeito e gosta de se enroscar, das maneiras mais estranhas, nos lugares mais esquisitos. É um gato bastante saudável e que suporta temperaturas rígidas.
Os Maine Coon são muito afetivos, mas gostam de liberdade para explorações ao ar livre. Dentro de sua personalidade, esse gato adora um jardim espaçoso, mas, caso seja castrado, vive perfeitamente feliz dentro de um apartamento.
Também é famoso por seu “trinado” delicioso e calmo. Além disso, uma característica original de sua pelagem é a sua semelhança com a do guaxinim, que em inglês é conhecido como "coon". É uma das maiores raças americanas e uma das mais antigas.

Origem e HIstória

Está foi a primeira raça de pêlo longo a surgir naturalmente na América do Norte. Como o nome sugere, a raça originou-se na Costa Leste, nas vizinhanças do Maine. Acredita-se que sua origem remonte a descendentes de alguns gatos que Maria Antonieta mandou ao Novo Mundo para que escapassem da fúria da Revolução Francesa.
É provável que tenha vagado pelo estado de Maine, EUA, durante os primeiros tempos de sua história. O clima agreste da Nova Inglaterra explica o porquê do desenvolvimento do pêlo muito espesso.
O Central Maine Coon Cat Club, fundado em 1953, contribuiu para a divulgação desta raça. A criação do Maine Coon Breeders and Franciers Association, em 1976, deu novo impulso à divulgação da raça. No mesmo ano, o Maine Coon foi reconhecido oficialmente nos EUA.
Com exceção do Chocolate, Lilás e do tipo Siamês, o Maine Coon é aceito em todas as cores. Só os gatos brancos podem ter olhos azuis. Sua cauda, cheia, de comprimento médio, termina com um belo tufo de pêlos.
Com um manto espesso, mas sedoso, a impressão geral é a de que o Maine Coon é bastante corpulento, com um pêlo longo e liso. Seu corpo, de tão belo e regular, pode ser traçado como um retângulo. A cabeça é bastante grande, mas pequena se comparada ao corpo. Seus olhos são grandes e ovais, de coloração amarelada ou de cor que combine com a da pelagem (verde, ouro ou cobre).



Manx

A característica marcante no Manx é a falta de rabo. Ele é inteligente, calmo e carinhoso. Possui um dos menores corpos de todas as raças de gatos domésticos. Por não possuir a cauda, não é considerado um bom escalador. Seu andar é saltitante.É conhecido por ser um gato robusto e de corpo compacto e sólido. Sua pelagem densa pode variar de longa a curta. O pêlo curto é um pouco duro, mas de aparência mais lustrosa. O pêlo longo tem uma textura sedosa. É uma raça que normalmente possui qualquer cor.Ele é ativo, brincalhão, amigo e muito apegado ao dono. De temperamento fácil e tranqüilo, o Manx tem cabeça, bochechas e olhos arredondados. Dá para imaginar sua expressão doce e cativante. O Manx exibe muitas características iguais às dos cachorros, como, por exemplo, enterrar brinquedos.

Origem e História

O Manx é natural da Ilha de Mann, no Mar da Irlanda. Provavelmente descendem de gatos que nadaram para terra firme ao escapar de naufrágios dos galeões espanhóis. A falta de cauda, uma mutação espontânea que aparece vez por outra em gatos de todas as raças, fixou-se como característica da raça devido ao isolamento. É muito resistente, embora alguns exemplares possam nascer com defeitos potencialmente letais na bexiga e nos intestinos. Justamente por isso, só é vendido após os quatro meses, idade limite para o aparecimento destes defeitos.


Mau Egípcio

O Mau Egípcio é uma gato leal, inteligente e dedicado. Esta raça mantém um apego muito especial e estreito com seus donos e tem um sentido familiar e tribal muito forte. A figura do seu dono é como se fosse o chefe de sua tribo e freqüentemente se atira no solo e roda em sinal de submissão.O Mau Egípcio é um gato tranqüilo, comparado com os de raças orientais. É muito gracioso e elegante. Muitos deles têm o hábito de beber água não diretamente do potinho mas fazendo um copinho com a mão e levando-a a boca.As fêmeas tendem a ser menores que os machos. São gatos de tamanho médio e chegam a pesar quando adultos 4,5kg (machos) e 3,5kg (fêmeas).Estes gatos apresentam um formato intermediário entre o tipo roliço do Pêlo Curto Americano e o perfil esbelto dos Orientais. A cabeça triangular é suavemente arredondada. O focinho não deve ser pontudo. Os olhos oblíquos e de formato oval são muito grandes e verdes. Porém esta coloração verde se define lentamente.Este gato é encontrado em três cores: prata, bronze e fumaça-preta. Todas têm a usual padronagem malhada associada aos tabbies. As próprias manchas devem ser claramente definidas. A cor básica é composta de pêlos listrados com pontas pretas. Pelo menos duas listras, se não mais, devem ser visíveis em cada pêlo. A coloração preta pode descorar para um marrom mais claro se o gato for exposto ao sol forte.As malhas são redondas e distribuídas de modo uniforme por todo o corpo do gato. Há também os chamados "botões de colete" no peito e barriga. Em filhotes recém-nascidos, as malhas tendem a ser menos definidas.O contraste na coloração destes gatos leva até dois anos para desenvolver-se completamente. Não aparece nenhum ticking; a base dos pêlos é esbranquiçada e as pontas pretas, criando um contraste quando o gato se movimenta.O Mau Egípcio é uma raça relativamente escassa, mesmo hoje, mas tentativas têm sido feitas na Europa para criar gatos que se assemelhem. Esta linguagem baseou-se originalmente em rajados produzidos durante a criação dos Siameses Tabby Point. Tais gatos são agora descritos como Orientais Mosqueados, em vez de Maus Egípcios, a fim de evitar qualquer confusão.

Origem e história

Os gatos da raça Mau Egípcio foram desenvolvidos nos Estados Unidos a partir de raças européias. Teve suas raízes na área do Mediterrâneo. Tendo-se apaixonado pelos gatos que ostentavam essas marcas, a princesa Troubetskoy obteve uma fêmea no Cairo e a acasalou com um gato italiano, produzindo dois filhotes. Em 1956, a princesa levou seus filhotes Mau Egípcio para os Estados Unidos, onde a raça foi registrada e exposta pela primeira vez no ano seguinte.Por ser oriundo do Cairo, possivelmente descende dos gatos sagrados do antigo Egito cuja esfinge era mantida por todas as famílias como um deus do lar. Foi considerado sagrado durante muito tempo e protegido pelo Estado estando sua exportação proibida, só em 1950 os primeiros três exemplares da raça saíram do Egito da mão do Embaixador Egípcio na Itália.



Fonte : Pet Friends

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